6.12.07

SANGUE PISADO

Sara e Maria são duas terroristas que estão presas. Na sua cela vivem o jogo dramático da culpa, das justificações, das motivações, das incertezas e das convicções. Na prisão sofrem o jogo bárbaro da tortura, da chantagem e da sobrevivência negociada ao pormenor. Na cela encontram-se com os seus fantasmas e pesadelos. Na cela confrontam-se a vingança e o ódio, as causas políticas, a missão e o dever. Sara e Maria são duas terroristas que estão presas ao eco dos seus actos brutais. Na cela há sangue pisado por detrás de cada palavra. Na cela pairam e caem no chão mulheres, mães, filhos. Sara e Maria são duas terroristas que estão condenadas a combater. Na cela as suas vidas fundem-se e explodem. Na prisão decide-se o destino e o significado da sua luta.
Ficha Técnica e Artística:
Texto: António Manuel Revez Encenação: Júlio César Ramires Interpretação: Ana Ademar; Celino Santos; Sandra Maya Desenho de Luz: Júlio César Ramires; Miguel Conceição Operação Técnica: Miguel Conceição Banda Sonora: Paulo Ribeiro Músicos: Paulo Ribeiro e César Oliveira Direcção de Produção: Jorge Barnabé Produção: Lendias d’Encantar