26.3.12

Conclusões do Debate "Associativismo, Serviço Público e Poder Local"

O debate teve lugar n'Os Infantes no dia 25 de Março.

“Associativismo, Serviço Público e Poder Local”

Conclusões

Estiveram presentes na mesa:
·         Florival Baioa - Associação de Defesa do Património da Região de Beja
·         Márcio Guerra - Carpe Diem na Aldeia
·         Jorge Teles – Zarcos
      ·         Ricardo Neves – Arruaça
      ·         José Russo – Cendrev
      ·         Miguel Góis – Vereador da Cultura da CMB

 Temas de Discussão
      ·         Papel das ONG na sociedade: parte de um novo paradigma de participação das pessoas na vid da sociedade, a questão da depenência em relaão ao Estado e o consequente controlo que o Estado exerce nas ONG.
·         A autonomia das associações como central à sua existência /A liberdade como essencial.
·         A associação de pessoas como forma de resolver problemas comuns e também de perseguir objectivos comuns/união de vontades populares.
·         O papel do movimento associativo na democratização do acesso a actividades de âmbito social, cultural, depsortivo e recreativo.
·         O Estado dá ou apoia?
·         Em Portugal há dois milhões e meio de pesssoas a usufruir de cultura, recreio e desporto porporcionadas pelas associações.
·         400 milhões de euros movimentados pelo movimento associativo.
·         Trabalhadores das associações: desregulação de horários, condições precárias, desemprego, etc.
·         O contributo das associações para a economia: geração de impostos a favor do Estado, trabalho voluntário dos dirigentes associativos, etc.
·         As associações devem prestar serviços? Devem gerar receitas?
·         O movimento associativo como essencial à vida das comunidades, porque lhes proporcionam dinâmicas importantes para a sua qualidade de vida.
·         Coordenação entre associações como importante ao crescimento de todas e ainda assim algo que muitas vezes falha. Sozinhos, os grupos vivem cada vez pior. E em épocas de crise, as carências são ainda maiores. Em conjunto, a voz seria outra. A importância das parcerias.
·         “Nós precisamos da cidade, mas a cidade também precisa de nós” – o papel das associações na manutenção das cidades e na construção da identidade cultural das cidades.
·         Ideia fundamental: complementariedade entre associações, na relação entre o poder local e as associações, etc. O movimento associativo vai sobreviver à crise, mas não podemos desresponsabiliazar o Estado nesse caminho.
·         Questão fundamental para pensarmos, enquanto cidadãos e associações: “O que queremos desta cidade?”






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