18.4.12

N'Os Infantes dia 20 de Abril (sexta) às 21h30 temos:



Apresentação de José Baguinho e de Filipe Chinita, leituras de António Revez e Ana Ademar.

 “O livro é escrito em dois registos: a palavra dele, em redondo, e a dela, geralmente mais intíiamente subjectiva, em itálico.”

“Confundem-se assim o eros e a revolução em vivências do dia a dia. Há, por vezes, lindas expressões da sua relação como “beijo vermelho de ternura”.
                                                                           Urbano Tavares Rodrigues
Filipe Chinita nasceu na Quinta-dos-Pretos, em 11 de Novembro de 1955, e cresceu na aldeia/vila de Escoural no seu concelho de Montemor-o-Novo.
Publicou em 1999 os seus dois primeiros livros de poesia: o poema Gente Povo Todo o Dia, e a duo com Manuel Gusmão, Cantata Pranto e Louvor, em memória de casquinha e caravela, que nos elucidam quanto à sua umbilical ligação com o alentejo e o tempo em que foi revolucionário a tempo inteiro, entre 1974 e 1980.
Tem ainda prestes a ser editado Aqui é Campo Maior e Além do Tejo, que completarão o tríptico sobre o alentejo a revolução e a reforma agrária, que Gente Povo Todo o Dia inaugurou.
E dois outros livros, de cariz diverso, que se ainda contemplam o alentejo, dele simultaneamente se libertam: 3º Andar Jardim Suspenso e Leonor Leononoreta, ensaio de ternura.

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